Foto: Patrick Rodrigues, NSC Total, Arquivo

SC tem, atualmente, 11 municípios com estruturas mantidas pelas prefeituras, sem custo algum para as acolhidas. Confira a lista a seguir.

As cidades de  SC que oferecem  abrigo para mulheres vítimas de violência doméstica

Foto: Patrick Rodrigues, NSC Total

Blumenau: a Casa Eliza tem capacidade para receber 28 pessoas. As mulheres e os filhos menores podem ficar o tempo necessário e, durante o acolhimento, profissionais da assistência social ajudam a encontrar trabalho, casa e até a mudar de cidade, se esse for o desejo.

Foto: Prefeitura de São Bento do Sul, Divulgação

São Bento do Sul: o abrigo conta com três quartos, tem capacidade para receber 12 pessoas, ao todo,  e acolhe, inclusive, os animais  de estimação da família,  pois no local há canil.

Foto: Prefeitura de Caçador, Divulgação

Caçador: o abrigo é administrado pela Associação Maria Rosa, com recursos da prefeitura. As mulheres precisam ser encaminhadas  por algum órgão como Creas  ou Delegacia da Mulher. O  espaço comporta 18 pessoas.

Foto: Eduardo Cristófoli, RBS TV

Chapecó: podem acessar o abrigo através de encaminhamento da polícia ou registro de boletim de ocorrência. Não há tempo máximo ou mínimo de permanência da mulher. São 14 vagas no abrigo.

Foto: Prefeitura de Florianópolis, Arquivo NSC

Florianópolis: o acesso é oferecido a mulheres que não têm rede de apoio na cidade. O abrigo tem capacidade para 40 pessoas – mulheres com  ou sem filhos –, e a localização é mantida sob sigilo por segurança.

Foto: Prefeitura de Balneário Camboriú, Divulgação

Balneário Piçarras: a prefeitura oferece abrigamento através de convênio com entidades. São cinco vagas e as mulheres podem procurar o abrigo junto com os filhos pequenos. A recomendação é buscar o serviço através da Secretaria de Assistência.

Foto: Prefeitura de Lages, Divulgação

Lages: a capacidade é de até 16 mulheres. São recebidas mulheres sob risco de morte, ameaçadas ou agredidas dentro da violência de gênero da Lei Maria da Penha.

Foto: Prefeitura de São José, Divulgação

São José: o abrigo tem capacidade para 30 mulheres vítimas ou ameaçadas de violência doméstica. O acesso ao serviço ocorre através de delegacias, postos de saúde  e assistência social.

Foto: Patrick Rodrigues, NSC Total

Balneário Camboriú: o espaço  pode acolher até 20 pessoas, entre mulheres e filhos menores de idade em situação de violência doméstica. Para entrar no serviço é feita uma triagem na Casa da Família. É voltado àquelas sem rede de apoio.

Foto: Mauro Schlieck, CVJ, Divulgação

Joinville: a Casa Abrigo Viva Rosa acolhe mulheres, acompanhadas ou não dos filhos, em situação de risco de morte, com registro de boletim de ocorrência. A capacidade de acolhimento é de até 24 pessoas.

Foto: Prefeitura de Itajaí, Divulgação

Itajaí: o encaminhamento para a Casa Alva é feito pelo Creas para mulheres que moram na cidade. Para ter acesso é necessário o boletim de ocorrência feito contra o agressor. O espaço comporta até 20 pessoas.

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