Foto: Divulgação

Motivados pelo amor por Florianópolis e o encontro, quase por acaso, de uma plaquinha de “vende-se” em um dos primeiros terrenos da Lagoa da Conceição, bairro da Capital, um casal  fez nascer o  hotel que atualmente chama a atenção de qualquer um.

Conheça hotel que nasceu de histórias de amor em SC

Trata-se do Hotel Boutique Quinta das Videiras, um casarão cor-de-rosa que fica no Leste da Ilha de Santa Catarina.

Foto: Divulgação

Charmoso e cheio de personalidade, o espaço surpreende com itens exclusivos e até inusitados. O piso de ladrilho hidráulico? É o mesmo da icônica Confeitaria Colombo, no Rio de Janeiro — a doceria favorita de Machado de Assis.

Foto: Divulgação

E logo na entrada, um toque de sofisticação: um lustre raríssimo, com apenas mais três “gêmeos” no mundo. Ele veio direto do lendário Le Méridien, hoje Hotel Hilton Copacabana.

Foto: Divulgação

Os atuais donos são o casal Gutemberg Lopes Guedes e Adriana Manes Guedes. A mulher é catarinense, e "Guto" é de Brasília. Os dois moram em Guaramirim, que fica a aproximadamente 200 quilômetros da Capital.

A história de amor

Foto: Divulgação

Ter uma casa em Florianópolis era um sonho antigo para o casal, por tudo que a Ilha da Magia transmitia para os dois: calma. Na época, tinham o costume de frequentar cafés na Lagoa da Conceição.

Foto: Divulgação

 Em um dia, há pouco mais de 17 anos, os dois avistaram um terreno perto de um pé de manga que tinha a plaquinha de “vende-se”. O espaço era o sétimo terreno a existir no bairro, e pertencia ao seu Nonô e à dona Terezinha.

Foto: Divulgação

Os dois se encantaram com a propriedade. As negociações seguiram. No terreno, havia parreiras de uvas, plantadas por seu Nonô e dona Terezinha, os primeiros proprietários. Foi justamente isso que motivou o nome do hotel.

Foto: Divulgação

"'Quinta' seria um 'pedacinho de terra', em Portugal, e videiras é inspirado nas parreiras plantadas pelos dois [donos originais]", disse Guto ao NSC Total.

Foto: Divulgação

Os móveis presentes no hotel são de 1810 a 1920, de acordo com Guto. A aquisição dessas peças é feita pelo próprio casal, em viagens para a capital carioca ou para o interior de Minas Gerais. O garimpo, para os dois, nunca acabará, porque é uma paixão.

“Tijolinho por tijolinho”

Foto: Divulgação

Conheça hotel que nasceu de histórias de amor em um dos terrenos mais antigos em bairro de SC

Quer saber mais?