Foto: Tóia Oliveira, Divulgação
Érico Schmitt, violoncelista da Camerata Florianópolis, se prepara para competir no Campeonato Mundial de Asa Delta em julho, na Espanha, depois de anos de treino e voos no esporte radical.
Foto: Arquivo Pessoal
Natural de Concórdia, Érico começou a trajetória na asa delta em 2019, após uma tendinite o tirar do ciclismo, esporte que já praticava
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A partir do primeiro voo, Érico fez um curso prático e, desde então, buscava voar o maior tempo possível, já que “quantidade e horas de voo são muito importantes para o progresso”.
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Em 2023, ele participou da primeira competição, no Campeonato Brasileiro. Foram os resultados promissores que garantiram a vaga para o Mundial na categoria de asa delta rígida
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A asa delta rígida tem uma estrutura cantiléver de fibra de carbono e não flexiona com o deslocamento de peso do piloto. O controle é feito por superfície de comando, semelhantes aos das asas de aviões.
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Érico voa sempre que a agenda da orquestra e o clima permitem. Às vezes, ele consegue voar durante a semana e tocar no fim de semana.
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Nem sempre é possível conciliar as duas coisas. Nos últimos meses do ano, por exemplo, Érico tem muitos compromissos na Camerata, com ensaios e gravações todos os dias, sem folgas.
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— Dedicação e estudo são fundamentais, tanto na música quanto no voo. Não acredito em talento nato — conta Érico.