Foto: Redes sociais, Reprodução
Na quinta-feira (1º), o Brasil perdeu uma das maiores vozes do país. Nana Caymmi, aos 84 anos, deixa um repertório que marcou novelas e um legado social.
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Dinahir Tostes Caymmi, a Nana Caymmi, nasceu no Rio de Janeiro em 29 de abril de 1941 e foi criada em um ambiente musical, em uma família de cantores. Estreou ao lado do pai, Dorival Caymmi, no dueto Acalanto”.
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Gravou clássicos de Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Milton Nascimento e Roberto Carlos com sua própria personalidade. Em 1967, se casou com Gilberto Gil. A voz dela também marcou trilhas sonoras de novelas da TV Globo.
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Nana Caymmi deixa grandes obras, como os álbuns Nana Caymmi (1979), Mudança dos ventos (1980), ...E a gente nem deu nome (1981) e Chora brasileira (1985).
Principais álbuns
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Algumas das trilhas mais memoráveis são: “Olhe o Tempo Passando” de Cara & Coroa (1995), “Resposta ao Tempo” de Hilda Furacão (1998), “Tarde Triste” de O Clone (2001) e “Quando o Amor Acontece” de Salve Jorge (2013).
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Em 2019, ela elogiou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e, ao defendê-lo, Nana atacou Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil e até a própria sobrinha, Alice Caymmi.
Polêmicas recentes
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Nana Caymmi já estava internada há nove meses em estado delicado de saúde. A causa da morte foi a falência de múltiplos órgãos, de acordo com o hospital.
Causa da morte
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