(Foto: Polícia Civil, Divulgação)
Mandados foram cumpridos em Jaraguá do Sul, Canoinhas e Barra Velha, além de uma cidade em Goiás
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Após sete mandados serem cumpridos em três cidades de Santa Catarina e em Goiás, a Polícia Civil explicou como funcionava o esquema que vendia remédios falsos pelas redes sociais.
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Um dos produtos adulterados era o Ozempik. O consumo dele deixou uma mulher internada na UTI, em risco de morte, afirmou o delegado Jeferson Prado.
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Segundo a apuração da Polícia Civil, o grupo criminoso obtinha medicamentos vencidos, removia as datas de validade reais e adulterava-as para datas ainda válidas.
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Uma gráfica participava na produção de caixas idênticas às originais dos medicamentos falsificados. A comercialização ocorria principalmente através de redes sociais, por preços abaixo dos valores praticados no mercado.
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Além do Ozempic falso, os suspeitos também comercializavam anabolizantes, remédios abortivos e outros medicamentos não legalizados pela legislação brasileira.
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Os mandados foram cumpridos em Barra Velha, Canoinhas e Jaraguá do Sul, além de Catalão, no estado de Goiás, sendo que nos dois últimos municípios duas pessoas foram presas.
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A Polícia Civil reforça que vítimas que fizeram a aquisição desse tipo de medicamento ou de anabolizantes não devem utilizar. Além disso, pedem que, quem usou e passou mal procure a delegacia.
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